Nº 8 - Ano 2 - Julho / Agosto de 2008



Mercado Industrial
Grandes indústrias são as que mais crescem no Brasil, segundo o IBGE

De acordo com a Pesquisa Industrial Anual do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, as indústrias que empregam mais de 1000 pessoas concentravam, em 2006, 60% da produção nacional. Fazem parte desse grupo 764 companhias, de um total de 155 mil. Ou seja, apenas 0,5% das indústrias do país dominam o índice mais alto de produção. Os dados foram divulgados pelo Instituto no final de junho.

Em 1996, 48,7% das indústrias que se destacavam na produção nacional eram de grande porte. Em 2000, esse percentual era um pouco maior: 58%. A grande reestruturação que as grandes companhias passaram durante os anos noventa, o aumento da produtividade e a redução de gastos, inclusive com a diminuição da oferta de emprego, fez com que elas tomassem espaço das empresas de pequeno e médio porte.

Para a gerente da pesquisa do IBGE, Isabella Nunes, "as empresas maiores se beneficiaram mais da maior estabilidade da economia a partir de 2000, com juros em queda e inflação sob controle. Elas ganharam mais capacidade para investir e, por serem mais abertas ao exterior, aproveitaram mais o crescimento das exportações." Segundo o IBGE, em 2006 o valor da transformação (o PIB do setor industrial) alcançou R$555 bilhões e o faturamento chegou a R$1,3 trilhão.

É o momento de reverter a situação

Enquanto as grandes indústrias se destacam no mercado nacional, em relação à produção, micro, pequenas e médias empresas continuam como a base da economia brasileira. Isto porque, juntas, elas representam 99% das empresas formais no País.

Pensando nisso, desde 2007 os governos Estadual e Federal vêm tomando medidas que visam incentivar o aumento da produção por parte de empresas de menor porte. Tais medidas giram em torno de facilidades em obtenção de créditos com os bancos federais e o incentivo à exportação.

A última iniciativa neste sentido foi tomada pelo governo de São Paulo. No dia 25 de junho, por meio da Secretaria de Desenvolvimento, ele lançou o Programa de Melhoria da Competitividade das empresas integrantes de APLs (Arranjos Produtivos Locais). O programa foi planejado através de uma parceria com o Sebrae e com o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) e com apoio da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo).

O intuito do governo é incentivar MPEs a aumentarem sua competitividade e fortalecerem os APLs. Serão dedicados US$ 20 milhões a 15 APLs. Deste total, cerca de US$ 10 milhões foram emprestados pelo BID ao governo. Já outra metade foi oferecida pelo Sebrae.

Esta boa notícia prova que o canal SAP Business One tem chances e argumentos para emplacar vendas de acessos do Line1, dando base para que estas empresas tenham a oportunidade de se destacar no mercado.

Boas vendas!

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